Marcelo de Lima nasceu em Suzano, São Paulo e ganhou o apelido de “Branco” ainda aos dois anos, por se recusar a ir no colo de uma vizinha e ser chamado de “branco azedo”. Aprendeu a ler graças a uma caixa recheadas de HQs da Marvel e DC, que ganhou do pai. Conheceu o cyberpunk aos nove anos, quando assistiu ao filme Akira pela primeira vez, o qual amou, embora não entendera nada na época.
Formado em Gestão de Tecnologia da Informação na Fatec Itaquaquecetuba, Marcelo de Lima trabalha na área há mais de doze anos, colaborando em projetos de varejo, migração de dados e infraestrutura. Incentivado por amigos, começou a escrever pequenos contos em 2013 e nunca mais parou. Escreveu para os portais Cyberpunk Brazil e Vozes da Zona Leste, além de colaborar para os podcasts Renegados Cast, Alguma Coisa Cast, entre outros.
Autor do livro “Alana“ (2022), “Retrovertigo” (2025), entre outros contos. Participa regularmente da revista “Literatura Fantástica Revista Pulp Nacional”.
|
|
Alana - 2022 Alana é uma jovem programadora que deseja melhorar de vida. O apelo por ajuda de sua amiga, Alice, levará a jovem numa jornada pela cidade distópica e corporativista de São Paulo, onde ela encontrará hackers, maníacos, uma misteriosa assassina e um projeto secreto relacionado ao governo. Bem-vindo à REDE!
Retrovertigo -2025 “Retrovertigo” é uma obra que explora a sensação de mal-estar e desilusão que surge ao confrontar a nostalgia idealizada com as cruas realidades de uma sociedade desumana. A trama central segue Tamires, uma analista de TI que começa a experienciar náuseas e vertigens inexplicáveis em momentos onde a celebração do passado se choca com a indiferença humana e a precarização da vida. Buscando compreender esse novo e perturbador distúrbio, ela se conecta com Aranha, um programador aposentado que há tempos vive com o mesmo fenômeno, denominado “Retrovertigo” – a “náusea de ver o consumismo retrô, de uma sociedade tecnologicamente desenvolvida, num mundo onde as pessoas ainda morrem de fome”. À medida que seus caminhos se cruzam, eles se envolvem em uma tentativa de expor uma profunda injustiça social, percebendo que seus sintomas são uma reação visceral às contradições de um mundo que valoriza a imagem e o dinheiro acima da vida humana.
|
|
Site: brancorpse.com.br Instagram/Tiktok @brancorpse Substack: Aventuras no Cybeespaço
|